Uso excessivo de equipamentos de mídia está associado à alterações da estrutura cerebral

blog tecnoNos últimos anos o desenvolvimento tecnológico tem nos oferecido um sem número de equipamentos eletrônicos que nos mantem cada vez mais conectados. São os computadores com a internet mais veloz, telefones celulares cada vez mais sofisticados, TVs enormes e com padroes de imagens irresistíveis, tablets em que você pode degustar um livro ou ler seu jornal predileto num click.

Boa parte desta parafernália é de grande auxílio, seja no trabalho, no lazer ou no estabelecimento de comunicações rápidas e relações sociais. No entanto, esta ultraconexão – que leva muitas pessoas a usarem vários equipamentos ao mesmo tempo e não conseguirem mais desgrudar deles, sob pena de sofrerem uma “síndrome de abstinência” – tem levantado alguns questionamentos por pesquisadores da área da saúde. Este comportamento de estar sempre conectado tem sido associado à consequências negativas tanto no aspecto psicossocial quanto no cognitivo e emocional.

No último dia 24 de setembro foi publicada na revista científica PLoS One, uma pesquisa que investigou uma possível associação entre padrões de uso de aparelhos de mídia e alterações estruturais em regiões cerebrais responsáveis pelo controle da cognição, memória e capacidade de planejamento e emoções. Os pesquisadores utilizaram um exame de imagem dinâmico chamado de Ressonância Magnética Funcional para examinar estruturas cerebrais de 75 pessoas com diferentes padrões de uso de equipamentos de mídia.

Os resultados revelaram que as pessoas que usam com mais frequencia múltiplos aparelhos de mídia, muitas vezes ao mesmo tempo, apresentam menor densidade na substância cinzenta em uma regiao do cérebro chamada de córtex cingulado anterior, quando comparados com pessoas que utilizam aparelhos ocasionalmente. Esta regiao é responsável pelos processos de controle do comportamento, cognição e emoções e é consistentemente associada com estados de depressão e bipolaridade.

O estudo não demonstra qual é o sentido da causalidade, ou seja, não prova se é o uso excessivo de equipamentos que leva a alterações estruturais desta região ou pessoas com estas alterações estruturais tendem a usar mais aparelhos de mídia. Apesar desta dúvida, estes resultados juntam-se a estudos prévios que mostram uma ligação do uso demasiado de equipamentos com ansiedade, depressão e desatenção.

Enquanto isto não é definitivamente esclarecido, seria prudente dar uma controlada no excesso de conexões.

O cérebro agradece!

Fonte

  • -PLoS ONE 9(9): e106698. September 2014 | Volume 9 | Issue 9 doi:10.1371/journal.pone.0106698

 

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ORTODONTIA – QUAL O LIMITE DE IDADE PARA SE USAR APARELHO?

A odontologia evoluiu nos últimos anos, sob o ponto de vista técnico, científico e preventivo, permitindo que um maior número de pacientes mantenha seus dentes até a idade adulta. Conscientes do valor dos dentes e desejosos de mantê-los com o melhor aspecto funcional e estético, observamos hoje uma maior procura de pacientes adultos nos consultórios de ortodontia.

Diversas razões justificam esse acontecimento: conscientização da necessidade advinda da correção dos dentes por parte das pessoas que têm compromissos sociais, afetivos e profissionais; aparelhos mais modernos, estéticos e confortáveis; maior acesso à informação pela sociedade, sabendo que os aparelhos ortodônticos realmente podem melhorar não só a aparência dos dentes e a face, mas também concorrem para um maior bem-estar psicológico, melhor auto-imagem e, como consequência, êxito profissional e social.

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Falando de aparelhos ortodônticos, devemos salientar que existem hoje vários tipos. No que diz respeito à estética, além dos tradicionais aparelhos metálicos, que hoje já são bem menores em volume, eles podem ser feitos também de material quase transparente (polioximetileno), que os torna bastante estéticos e quase imperceptíveis, sem contudo prejudicar a eficiência.

Uma grande preocupação dos clientes adultos é a sensibilidade durante a movimentação dos dentes. Isso também reduziu-se bastante, graças aos novos fios ortodônticos, hoje fabricados com tecnologia avançada, usando ligas que contêm níquel, titânio, molibidênio, etc. Esses arcos chamados de termoelásticos têm a propriedade de ser ativados e desativados, conforme a temperatura bucal ou a ingestão de alimentos. Alimentos frios ou gelados desativam os arcos e alimentos quentes os ativam.

Em muitos pacientes adultos devemos assinalar que a terapia ortodôntica é necessária como complemento nos casos de cirurgia ortognática (casos de grandes desvios ósseos); na reabilitação protética (na ausência de dentes); na disfunção da articulação têmpora-mandibular (ATM) e, principalmente, em pacientes com problemas periodontais que necessitam manter a integridade dos tecidos de sustentação e proteção dos dentes pela eliminação das interferências oclusais.

Em decorrência dessa nova demanda, os ortodontistas são motivados a adquirir conhecimentos científicos e terapêuticos adequados ao tratamento, diferente daqueles planificados para as crianças e adolescentes. Devemos enfatizar ainda, que ao tratar adultos, não contamos mais com o potencial de crescimento ativo presente nos jovens, que poderia auxiliar a correção das más-oclusões dentárias e esqueléticas.

Os estudos concordam que a estética dental e facial é o principal fator que motiva os pacientes adultos de ambos os sexos a buscarem tratamento, seguido pelo alívio nas disfunções articulares e melhora da saúde fisiológica e dentárias.

Feitas estas ponderações, podemos enfatizar que o tratamento ortodôntico em adultos é uma realidade, com grande porcentagem de êxito para o profissional especializado e para o paciente motivado e que todos os esforços a serem desprendidos de ambas as partes serão gratificantes pois, um belo sorriso pode ser encantador, cativante, sensual, doce, meigo, atraente, sexy. Ou não?
Fonte: cruzeirodosul.inf.br

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Aftas. O que fazer com elas?

O que são aftas?

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Aftas (ou estomatite aftosa) são áreas de pequenas ulcerações da mucosa da cavidade da boca que acontecem por um rompimento do seu epitélio e exposição do tecido conjuntivo.

As aftas são erosões dolorosas, com fundo claro-amarelado e circundado por uma aréola avermelhada. Elas geralmente desaparecem em um intervalo de sete a quatorze dias sem deixar sequelas podendo, em alguns casos, durar mais tempo. Afetam a parte interior dos lábios e das bochechas, a língua e, mais raramente, a garganta. Variam em número e intensidade, mas costumam aparecer reunidas em pequenos grupos, o que faz com que as áreas afetadas sejam mais delimitadas. Podem raramente estar generalizadas.

Quais são as causas das aftas?

Não se sabe bem o que causa as aftas. Elas podem ser uma manifestação de diversas doenças, sobretudo imunológicas. Certos alimentos, frutas ácidas ou temperos picantes podem funcionar como indutores da formação de aftas. Outros fatores que podem causar ou contribuir para a eclosão delas são:

Traumatismos ou mordeduras nos lábios ou bochechas.
Uso de aparelhos de ortodontia.
Algumas doenças sistêmicas.
Imunopatias.
Deficiências nutricionais.
Alergias.
Estresse.
Reações a determinados tipos de medicamentos.
As aftas não são um processo infeccioso e, portanto, não são transmissíveis de uma pessoa a outra.

Quais são os sinais e sintomas das aftas?

Os sintomas das aftas são benignos, embora muito incomodativos. As lesões ocasionam reações inflamatórias leves ou moderadas, associadas à ardência e à dor e levam a dificuldades na alimentação. Em alguns casos mais raros podem ser acompanhadas de febre baixa e crescimento ganglionar localizado.

Como o dentista diagnostica as aftas?

O diagnóstico é feito pelo aspecto das lesões e os sintomas clínicos. As lesões são circulares ou ovais, como pequenas crateras, com fundo esbranquiçado ou amarelado e vermelhidão ao redor.

O aparecimento de qualquer lesão na boca, principalmente aquelas que não cicatrizam por um tempo prolongado, deve sempre ser avaliado por um cirurgião dentista.

Como é o tratamento das aftas?

O tratamento das aftas visa aliviar os sintomas, prevenir o aparecimento de novas lesões e diminuir a gravidade do surto. Antissépticos, anti-inflamatórios, anestésicos e protetores de mucosa são alguns dos medicamentos usados.

O raio laser é o melhor método utilizado para amenizar a dor de forma imediata. Ele é aplicado em consultórios e não apresenta contraindicações.

Como minorar o efeito das aftas?

Manter uma higiene bucal adequada (não agressiva).
Manter uma alimentação suave, fria ou morna. Alimentos quentes geram dor.
Evitar lesões na mucosa da boca. Por exemplo, não morder os lábios ou bochechas, pois elas podem dar origem a aftas.
Fazer terapia com laser.
Usar analgésicos, como a xilocaína viscosa ou algum medicamento tópico.
Enxaguar a boca com uma colher de água oxigenada a 10% diluída em um copo de água.
Consultar o dentista para que este possa investigar a etiologia do problema.

Como evoluem as aftas?

A maioria das aftas desaparece espontaneamente, ou após algum tratamento, sem deixar sequelas. Algumas aftas mais sérias podem deixar uma mancha sobre a mucosa, que desaparece com o tempo. De qualquer forma, é impossível evitar-se o aparecimento de novas aftas. Os episódios recorrentes e muito frequentes exigem uma investigação clínica.
(abc.med.br)

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A IMPORTÂNCIA DA APARÊNCIA FÍSICA

imageO que é bonito?

Padrões de beleza variam de cultura para cultura, mas a maioria das pessoas valorizam muito mais características faciais bem equilibradas, principalmente na região da boca. A boca é um foco de atenção porque nós consistentemente comunicamos e expressamos nossos sentimentos através dela.

A maioria das pessoas estão muito conscientes sobre a aparência dos dentes, muito embora esta percepção possa ser subconsciente. Num estudo de 75 crianças, com idade entre 9 e 14 anos, cada uma delas foi mostrado fotografias faciais que variavam desde dentes protruídos como coelinhos, mandíbulas retruídas por falta de crescimento, até sorrisos ideais, onde os dentes se encaixavam apropriadamente. Foi pedido para cada criança selecionar um desenho que se parecia com ele ou ela. Invariavelmente, a fotografia da criança com uma mordida ou sorriso ideal foi escolhida.

Em outro estudo de crianças com menos de 8 anos foi mostrado uma série de fotografias de pessoas mutiladas, algumas sem braços, ou sem pernas, outras sem orelhas, ou cegos, ou sem dedos, e também pessoas com fendas labias e/ou palatinas. Foi perguntado às crianças quais das situações seria a mais difícil para se conviver. Quase a maioria delas escolheu a fotografia das pessoas com fendas labiais e/ou palatinas, mostrando assim a percepção que até mesmo as crianças tem com aparência facial.

A necessidade de aceitação é algo que nunca é superada.Um adulto ou uma criança que não sente-se atraente devido aos dentes tortos ou arcadas desalinhadas podem tornar-se inibidos, acanhados, contrangidos, envergonhados e preocupados com sua aparência. Ela ou ela podem muitas vezes cobrir a boca durante uma conversa ou dando risadas, sorrir pouco, ou mesmo tentam esconder ou mascarar seu perfil.

Além de melhorar a saúde bucal, ortodontia é um caminho para melhorar a fisionomia e a auto-estima de uma pessoa. O tratamento ortodôntico pode dar à uma pessoa a sensação de controle, pois proporciona uma oportunidade de participar na melhoria da aparência das pessoas. Aumento na auto-confiança é observado quase sempre antes do tratamento ter sido completo.

 Uma aparência melhorada através do tratamento ortodôntico pode melhorar enormemente a auto-estima das pessoas, e melhorando a auto-estima pode definitivamente melhorar a qualidade de vida.

(abcdasaúde)

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Sal: Necessário, mas na medida certa

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O cloreto de sódio, conhecido como sal de cozinha, é um micronutriente essencial da dieta. Seu valor atravessa a história desde os tempos bíblicos quando provocava desde guerras até poesia (Homero referia-se a ele como substância divina). Na dieta moderna, o sal permanece como o principal ingrediente. A ingestão de sódio abaixo de determinada quantidade, por períodos prolongados, causará alterações no funcionamento normal do organismo. Por outro lado, se a quantidade ingerida exceder à necessária, por períodos prolongados, para este funcionamento normal, efeitos adversos e mesmo toxicidade severa podem ocorrer

O organismo precisa de sódio para manter o equilíbrio da água. Grande parte do nosso corpo é composto de água e a quantidade desta água é regulada por mecanismos fisiológicos que incluem a sua obtenção, pelos mecanismos de sede e do comportamento de beber água, e sua excreção, pela eliminação de urina pelo rim. Este sistema de controle está sendo, continuamente, ajustado com a finalidade de manter as melhores condições de volume de água e de concentração de sódio no meio interno. Além do balanço de água, o sódio é fundamental para a transmissão do impulso nervoso, mantendo a função dos nervos e do cérebro, e influenciando diretamente a contração e o relaxamento dos músculos.

Quando a quantidade de sódio (sal) que ingerimos é maior do que a necessária, o excesso irá produzir uma retenção hídrica. Água que seria normalmente eliminada vai ficar no organismo, “acompanhando” este sódio pelo mecanismo de osmose, o que causa um aumento de volume de sangue com conseqüente aumento da pressão arterial. A Pressão alta aumenta o risco de aterosclerose, de ataque cardíaco (infarto) e de acidente vascular cerebral (avc, derrame).

Qual é a medida certa?

As recomendações indicam para não exceder 2,4 g de sódio por dia (2.400 mg) para um adulto saudável. Isto corresponde a uma colher de chá de sal de cozinha (5-6 g). Independente do limite, quanto menor a ingestão de sal maior o efeito benéfico sobre a pressão.

Mas como controlar o sal?

Nos Estados Unidos, um levantamento mostra quais as principais origens do sódio na dieta: 5% é adicionado durante o preparo do alimento, 6% é adicionado quando se ingere o alimento (na salada por exemplo), 12% está contido naturalmente nos alimentos e 77% provém de alimentos processados e industrializados.

O alimento industrializado contém muito sódio porque o sal preserva o alimento ao impedir o crescimento de bactérias. Além disso, o sal reduz a secura de bolachas, salienta o sabor adocicado de biscoitos e bolos, e reduz o gosto metálico que é produzido pelos compostos dos refrigerantes.

Somente o gosto não é suficiente para indicar se um alimento possui muito sódio. Muitos componentes de alimentos processados possuem sódio como, por exemplo, bicarbonato de sódio, glutamato monossódico, nitrato de sódio.

A melhor maneira de controlar o sódio de um alimento industrializado é verificar a quantidade na etiqueta.

Como reduzir a ingestão de sal?

Ingerir mais frutas e vegetais que contêm, naturalmente, pouco sódio. Carne e frango frescos têm muito menos sódio que as carnes e frangos processados industrialmente (salsichas, bacon, lingüiças, frango pré-preparado).
Evite comidas prontas congeladas, elas possuem mais sódio que o necessário.
Sempre que possível, remova o sal das receitas, substituindo-o por ervas e temperos.
Molhos prontos contêm muito sódio.

 

Se você utiliza comida industrializada (que vêm em latas, embalagens, etc) opte pelas que assinalam no rótulo que contêm baixo sódio (lembre-se que nos restaurantes grande parte dos produtos utilizados são industrializados).

O gosto pelo sal é adquirido. Com a redução gradual da ingestão de sal o seu gosto vai se ajustando e, depois de algum tempo da diminuição do sal (poucas semanas para a maioria das pessoas), você não sentirá falta do excesso que consumia antes.

(fonte: abcdasaúde)

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Problemas na articulação temporomandibular

PROBLEMAS NA ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR 

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O que é?

O ato de mastigar é mais complexo do que nos parece! Vários grupos musculares, ligamentos, articulações, ossos e as arcadas dentárias são responsáveis pela coordenada e harmônica abertura e fechamento da mandíbula.

O desequilíbrio dessa harmonia acarreta sinais e sintomas que são chamados de síndrome da articulação têmporo-mandibular (SATM) ou Distúrbios do aparelho estomato-gnático O profissional mais habilitado a tratar estes distúrbios é o cirurgião-dentista com especialização em oclusão dentária ( Oclusionista ) que trata adequadamente cada causa específica.

O que causa?

Os pacientes apresentam sinais e sintomas semelhantes, porém podem sofrer de doenças distintas, requerendo tratamentos específicos. Algumas das doenças que geram síndrome da articulação têmporo-mandibular (SATM) são aquelas que alteram os músculos faciais, espasmos nos músculos mastigatórios desencadeados por tensão ou estresse, artrites ou fixações na articulação têmporo-mandibular, traumatismos na mandíbula, má oclusão dentária (mordida com defeitos), bruxismo (ranger dos dentes ao dormir), tumores e problemas de crescimento na mandíbula. Cada um desses sintomas requer tratamento diferente.

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O que se sente?

Os sintomas de síndrome da articulação têmporo-mandibular (SATM) são:

Dor ao morder, bocejar ou abrir a boca amplamente.
Dificuldade para abrir totalmente a boca (contraturas musculares, calcificações articulares).
Estalido, rangido ou raspado ao morder.
Sensação de mordida desalinhada, torta, cruzada.
Dor irradiada para qualquer local da face, ouvido, pescoço ou nuca.
Cefaléia (dores de cabeça) freqüentes.

Como se faz o diagnóstico?

O médico ou cirurgião dentista palpa, observa e ouve a movimentação da mandíbula; sente o estado das articulações, dos músculos, dos ligamentos, a oclusão dos dentes (a mordida e correta coaptação das arcadas dentárias superiores e inferiores). Examina estudos radiológicos da mandíbula e da movimentação da articulação em estágios variados (abertura total, média e fechamento total).

Como se trata?

Inicialmente, na fase aguda, devemos ingerir analgésicos e colocar bolsas de água quente na região afetada.

Evitar dietas que necessitem mastigar muito (carnes) ou abrir muito a boca (maçãs inteiras, por exemplo). Realizar massagens na região dolorosa.

O cirurgião dentista desenvolverá uma placa oclusal dentária para relaxamento dos músculos e na tentativa de evitar o bruxismo. O mesmo profissional pode realizar a terapia oclusal (ajuste da mordida).

Para um pequeno número de pacientes que não melhoram com essas medidas usuais, medicações analgésicas poderosas (inclusive narcóticos) são empregadas.

Contudo, o uso de narcóticos pode induzir ao vício!

Alguns pacientes necessitam de antidepressivos ou anticonvulsivantes.

A cirurgia da articulação têmporo-mandibular, embora benéfica em alguns casos, ainda é controversa.

 

Abcddasaude

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Osteoporose pode fazer os dentes caírem depois dos 40 anos

   A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela perda de massa óssea, que acaba por deixar os ossos extremamente frágeis, facilitando as fraturas. Essa doença atinge mais mulheres a partir dos 40 anos, quando há a queda do hormônio estrogênio por conta da menopausa.

  Ocorre que é comum que a osteoporose acabe prejudicando a saúde bucal. A gengiva pode ser afetada, pois ela reveste o osso ao redor dos dentes que está se tornando cada vez mais frágil.

   Quando o paciente tem uma doença periodontal (inflamação na gengiva) há um processo inflamatório instalado no organismo. Essa inflamação, por sua vez, libera substâncias que causam a osteopenia, que se caracteriza, entre outras coisas, pela diminuição da massa óssea ao redor do dente. Para entender melhor, a osteopenia é um alerta indicando a diminuição desta massa óssea que pode levar ao desenvolvimento de osteoporose.

 Quando um paciente chega ao meu consultório dizendo que está com os dentes moles e culpa a osteoporose por isso, logo explico que ele pode estar errado. Após algumas analises, constatamos que os dentes moles estão sendo causados, na maioria das vezes, por uma periodontite avançada.

  A osteoporose pode agravar uma doença periodontal, mas nunca ser a causadora direta da queda dos dentes a importância de o paciente informar ao dentista que tem osteoporose.

   Uma forma de prevenir a doença é optar por uma vida saudável com alimentação balanceada (rica em cálcio), controle de peso, exposição ao sol e a prática de exercícios físicos. Já para prevenir a periodontite é fundamental que se tenha uma higiene bucal impecável com o uso de fio dental e limpadores de língua.

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(terra)

 

 

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Laserterapia na Odontologia

 O laser é uma fonte de luz com vários comprimentos de onda que lhe conferem propriedades terapêuticas, portanto, possuem ação anti-inflamatória, analgésica e bioestimulante. Atualmente devemos considerar o laser um auxiliar terapêutico indispensável ao consultório odontológico. De um modo geral, o laser terapêutico tem uma série de indicações e pode ser usado isoladamente ou como coadjuvante de outros tratamentos, sempre que se necessite de um efeito local ou ainda quando se necessite de um efeito terapêutico geral.

Algumas aplicações e indicações do laser terapêutico na odontologia:

Alívio da dor: promove o alívio de dores de diversas etiologias, dores de origem pulpar, dores nevrálgicas, dores em tecido mole, mialgias, dores de pré e pós-operatório, entre outras aplicações.

Reparação tecidual: promove uma reparação tecidual mais rápida em caso de lesões traumáticas.

Redução de edema ou inchaço: indicado na aplicação do pós-operatório de procedimentos periodontais (inflamações gengivais e dos tecidos de sustentação dos dentes), bem como de outras cirurgias orais menores.

Alívio da hipersensibilidade dentária.

Paralisia facial.

Herpes labial.

Aftas.

Alveolite: infecção ou inflamação do alvéolo pós-extração dentária.

Exodontia:pós-extração dentária.

 Nevralgia do trigêmeo.

 Periodontite.

 Dores na articulação temporo-mandibular.

  A tendência da odontologia é a incorporação de métodos menos invasivos com a finalidade de minimizar a dor e o desconforto durante e após as intervenções odontológicas. Por isso, acredita-se que a Laserterapia seja uma excelente opção de tratamento, já que apresenta efeitos antiinflamatórios e analgésicos, além de estimular o crescimento e a regeneração celular.

                                                                                                                              (sensusodontologia)

 A equipe Alegra está qualificada para realizar este tipo de tratamento com laser. Agende uma consulta e usufrua do que há de mais moderno no mercado odontológico.

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Escolha lanches para seu filho ter dentes fortes

   Escolher o que a criança vai comer no lanche – principalmente na escola, longe da sua supervisão – é importante para o crescimento e para a saúde bucal dos pequenos.

   Os dentes de leite das crianças, que ficam na boca dos três aos oito anos, em média, são os guardiões dos espaços para os dentes definitivos. Porém, somente os dentes de leite sem cáries podem criar e manter um lugar para o desenvolvimento saudável desses dentes permanentes.

 O açúcar é o inimigo número um dos dentes seja de leite ou definitivo. Por isso é fundamental que na alimentação infantil esse ingrediente seja controlado.

Lanches bons para a saúde dos dentes

  – No lugar do doce com açúcar refinado, ofereça banana passa. O açúcar da fruta pode saciar a vontade de comer algo adocicado.

- Crianças por volta dos cinco anos estão na fase de estímulos primários, ou seja, são atraídas por cores e formas. Corte frutas (maçã ou pêra) ou legumes (pepino ou cenoura) de forma diferente (estrelinhas, bolinhas, carinhas) para atrair a atenção delas. Esses alimentos, além de saudáveis, agem como “detergentes” e limpam os dentes.

- Evite acostumar seu filho com refrigerantes e sucos de caixinhas. Essas bebidas são ricas em açúcar e podem causar cáries. Priorize água, chás ou sucos naturais, sempre sem açúcar.

- Evite colocar na lancheira do seu filho bolachas e salgadinhos, esses alimentos costumam ter um alto teor de açúcar e gordura.

- O iogurte é rico em ácido láctico que ajuda a combater as bactérias e a fortalecer os dentes.

- Salada de fruta sem açúcar também é uma ótima pedida. Além de saudável não prejudica os dentes. Aliás, algumas frutas como o morango têm ácido málico, um adstringente natural que ajuda a tirar manchas dos dentes.

- A limonada (sem açúcar) também é uma forte aliada dos dentes. O limão tem poder adstringente e bactericida. Além de eliminar as bactérias da boca, ele ajuda a acabar com o mau hálito.

- O consumo de leite (sem açúcar) e alguns tipos de queijos (como mussarela e cheddar) têm demonstrado ajuda na prevenção contra a cárie, pois reduzem a perda de minerais do esmalte do dente. Picadinhos ou em forma de “rolinhos” ficam bem atrativos para as crianças.

  O mais importante é educar as crianças para que façam a higienização correta dos dentes depois das refeições. Com uma higiene bucal correta e freqüente os pais podem permitir que alguns alimentos adorados pelos filhos possam ser consumidos algumas vezes sem culpa ou danos exorbitantes.

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(terra)

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Sinais mostram que seu filho respira pela boca

   Respirar pela boca pode trazer uma série de problemas de saúde, pois o hábito aumenta a chance de infecções da laringe, traquéia e pulmões. Porém, além desses males, os dentes também podem sofrer consequências, assim como o desenvolvimento dos ossos da face.

   A respiração bucal é uma síndrome com sinais e sintomas bastante característicos que facilitam a percepção dos pais, como problemas respiratórios, lábios entreabertos e ressecados com gengivas inflamadas, ronco, sono agitado e pesadelos, entre outros. A criança baba durante o sono, tem olheiras e aspecto cansado, podendo ficar hiperativa ou sonolenta durante o dia. Respiração barulhenta, comer rápido, mastigar pouco e beber líquidos para auxiliar na hora de engolir também são sinais.

   Quanto antes esses sintomas forem observados e levados a um especialista, mais rápido a criança voltará a ter qualidade de vida. Vale lembrar que ela não precisa apresentar todos os sintomas citados acima para que haja a necessidade de ir ao dentista. A percepção de alguns deles já é suficiente para uma consulta.

gabi                                                                                                                                                       (terra)

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